Desde 2008, 185 bilhões de reais deixaram de ser arrecadados para os cofres públicos e foram dados à empresas pelo governo do Rio através de isenções fiscais. 

Esta política de benefícios fiscais, aplicada de forma irresponsável e cheia de ilegalidades, está na raiz da crise que enfrentamos hoje no Estado. 

Agora, Marcelo Freixo irá presidir uma CPI para investigar essas isenções. É nossa chance de detalhar o esquema de corrupção montado pelos governo Sérgio Cabral, Luiz Fernando Pezão e grandes empresários. 

Por isso, a base de apoio do governo quer sabotar a CPI, indicando todos os membros e impedindo a participação da oposição. 

Nem todas as CPIs dão certo. Apenas as que tem o apoio e a fiscalização da população, como a CPI das Milícias conseguem dar resultados. Precisamos mostrar que Freixo não está sozinho: somos milhares de pessoas acompanhando as investigações! Assine!

Apoie a investigação das isenções fiscais no Rio de Janeiro!

0 pessoas apoiam a CPI das Isenções Fiscais


A empreiteira OAS doou R$ 5.900.000 ao PMDB e recebeu R$ 109.815.272 em isenções fiscais











A Ambev deve R$ 526.748.694 ao Estado e recebeu R$ 242.007.074 em isenções fiscais

A Coca-Cola tem uma dívida de R$ 198.116.915 e ganhou R$ 131.559.888 de benefícios fiscais


A resistência da base do governo contra a CPI já começou. 

Freixo será presidente da comissão, por ter sido o autor do pedido de abertura. Além de presidir a CPI, o Regimento Interno da Alerj também lhe dá o  direito de indicar um dos cinco integrantes. Freixo escolheu Eliomar Coelho, mas a mesa diretora, presidida por Picciani e composta por governistas, atropelou a lei e excluiu o deputado do PSOL. Eliomar foi colocado como terceiro suplente!  Nós exigimos que a legislação seja cumprida e solicitamos à mesa diretora que Eliomar seja incluido e a sua participação, oficializada através de publicação  no Diário Oficial do Estado.






Marcelo Freixo é deputado estadual pelo PSOL/RJ desde 2007.
Presidiu as CPIs da Milícias (2008) e a de Tráfico de Armas (2011)
e foi relator da CPI de Autos de Resistência (2015).
É atualmente o deputado estadual mais votado do Brasil, com 350.408 mil votos.